A Plastlab na mídia

Indústria do plástico começou no Rio, diz dono da Plastlab.


image description

O empresário carioca Marcelo Oazen é um otimista por excelência. Dono da Plastlab, indústria que completa duas décadas este ano, Oazen tem participado de feiras de negócios em todo o país, fechando novos contratos e pontificando sobre as vantagens do plástico. Uma de suas bandeiras trata dos benefícios das sacolas plásticas de supermercado, usadas como combustível em usinas verdes no Japão e nos EUA.


Atuando em quatro linhas – hospitalar, industrial, embalagens para confeitaria e expositores, a produção da Plastlab evoluiu, em média, 18% nos últimos cinco anos. “Acredito que com os novos produtos lançados chegaremos a 25% de crescimento”.

Uma das grandes novidades da linha de produção da empresa é o talher inquebrável, uma reivindicação de clientes durante as feiras hospitalares que Oazen têm participado. “Inúmeras vezes nutricionistas relataram problemas com pacientes que engoliam pedaços do garfo ou da colher de plástico nos hospitais. Daí a ideia de lançar esse novo produto no mercado”, afirma.

Oazen não tem dúvida de que a cadeia produtiva em torno do petróleo e de seus derivados, entre eles o plástico, está consolidada no território fluminense. O empresário lembra que a indústria de plástico começou no Rio de Janeiro e que é no estado que estão muitos donos de indústrias do setor que aprenderam com pais e avós ou promoveram a transferência tecnológica dentro da própria empresa.

Para Oazen, hoje há um mercado no Rio de pequenas empresas, chamadas por ele de “formigas industriais”, que só esperam uma oportunidade para desabrochar com novos produtos. “Essas verdadeiras formigas transformam as resinas, fabricam suas próprias ferramentas, fazem cursos de capacitação e se desenvolvem pensando no futuro”.

Com a empresa registrando índices positivos de produtividade, ano a ano, Oazen acredita que o Rio segue o mesmo caminho. “Já perdemos muitas empresas para os paulistas, mas agora nosso momento é melhor”.

Com cerca de 65 funcionários em sua fábrica de mais de 3 mil metros quadrados, a Plastlab orgulha-se do fato de que 85% de seus empregados sejam moradores do mesmo bairro onde a fábrica está instalada, em Madureira, na Zona Norte do Rio.

Participante da Semana Rio Industrial, entre os dias 22 e 25 de agosto deste ano, no Riocentro, Oazen diz que o perfil da feira é o mesmo defendido por ele: a reunião de uma série de indústrias apresentando soluções num mesmo momento e lugar. “Desde a compra de máquinas, matéria prima, seviços, logística e capacitação profissional. Um verdadeiro supermercado onde teremos tudo à mão”, diz.

“Sacola plástica não é vilã”

Três perguntas para o empresário Marcelo Oazen, dono da Plastlab e vice-presidente do Simperj (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Rio de Janeiro):

Reciclar plástico representa lucro para a empresa?

Marcelo Oazen – Sem dúvida. O industrial do plástico é um “verde” por necessidade, porque a reciclagem faz com que os lucros aumentem e, em nosso país, onde a carga tributária é altíssima, toda a forma de recurso extra é bem-vinda.

A sacola plástica tornou-se vilã nos supermercados a ponto de uma lei, em vigor em algumas cidades, acabar por proibi-las.

Como o senhor avalia essa decisão?

Marcelo Oazen – Hoje os plásticos são tidos como vilões apenas porque alguns deles são mais leves que a água e não afundam, caso das sacolas plásticas. Devido a esta característica física, o plástico bóia, enquanto outros materiais descartados como ferro e alumínio, seguem submersos e acabam esquecidos. No assunto sacola plástica, graças aos nossos interlocutores que conseguiram mostrar ao judiciário o absurdo envolvendo esta proibição, os supermercados de São Paulo já estão disponibilizando as sacolinhas outra vez.

O plástico não agride o ambiente?

Marcelo Oazen – Imagine o que seria dos nossos lençóis freáticos sem a sacola plástica, que é usada também como saco de lixo nas grandes cidades, e retém o chorume dos resíduos orgânicos, evitando a contaminação do solo? Além disso, a sacola funciona como aditivo plástico para queima de lixo nas usinas verdes. Há 70 usinas desse tipo no Japão, 112 nos EUA. No Brasil, sei que há uma na Universidade Federal do Rio de Janeiro, duas em construção no Paraná e outras duas em fase de projeto em Santa Catarina. É muito pouco. Nessas usinas, o lixo é misturado a no mínimo 17% de plástico sujo não reciclável gerando a energia sem resíduos e chegando na atmosfera como vapor d´água.

Entrega: Prêmio SESI.


image description

“Plastlab ganha prêmio Sesi de qualidade no trabalho”


A Plastlab Indústria e Comércio de Artefatos Plásticos Ltda., empresa fluminense e associada do Simperj-Sindicato da Indústria do Material Plástico do RJ, foi laureada, em 08/05, com a segunda colocação relativa ao Prêmio SESI de Qualidade no Trabalho 2002.

A concorrida solenidade aconteceu no Edifício Sede do Sistema FIRJAN, no Rio de Janeiro.

Entrega: Prêmio SESI e CNI.


image description

“PLASTLAB GANHA PRÊMIOS SESI E CNI”


A Plastlab Indústria e Comércio de Artefatos Plásticos Ltda., empresa fluminense e associada do Simperj-Sindicato da Indústria do Material Plástico do RJ, foi laureada, em 21/02/02, com os Prêmios SESI de Qualidade no Trabalho 2001 e CNI 2001.

A concorrida solenidade aconteceu no Edifício Sede do Sistema FIRJAN, no Rio de Janeiro.

Vídeos: Entrevistas.


image description

“Entrevista no Bom dia Rio”


image description

Pesquisa da Firjan aponta transformações que devem acontecer na área industrial até 2020.


image description

“Entrevista no TV Soluções”


image description

Entrevista com o Sr. Marcelo Oazen na TV Soluções,.